domingo, maio 16

O Cinema

Olá caros não-leitores,

Eu estive sem idéias por um tempo, e com preguiça por outro tempo (muito mais longo), então fiquei sem postar. Mas não fez diferença, porque vocês continuaram sem ler. Mas, sem mais delongas, vamos ao tema: Cinema (rima não-planejada).

A incrível legislação brasileira que nos dá o direito da meia-entrada (ainda que a inteira venha aumentando astrologicamente), o que não nos deixa nenhum motivo para não ir ao cinema. É sério. A não ser que você seja alérgico ao cheiro de pipoca com refrigerante, ou que o barulho da rotação do filme lhe cause espasmos, não tem porque não ir. Além de ser um perfeito local para ação dos galanteadores de plantão, o cinema é uma fonte quase inesgotável de cultura. Ainda que hoje em dia os filmes sejam predominantemente: a) sobre um americano que trabalha para a polícia ou para o serviço secreto e sai por aí matando terroristas. b) um adolescente americano rico, namorado de outra adolescente rica, mas que se apaixona por uma adolescente tímida e não popular. c) um casal de americanos desocupados que se apaixonam e passam o filme inteiro brigando sobre coisas fúteis. Nesses três estereótipos (talvez um pouco injustos, mas enfim...) vocês podem encaixar quase todos os filmes em cartaz ontem, hoje ou amanhã. Mas não vou me ater a eles.

Ninguém é obrigado a assistir “Avatar” ou “Alice”, só porque todos assistem. Apesar da predominância de filmes americanos, o cinema disponibiliza alguns (deveria haver muitos) filmes que não mostram apenas futilidade, violência gratuita, cabelos lisos e louros e roupas de marca. Disponibiliza filmes com uma carga cultural muito grande, dos quais se pode tirar grande proveito.

Mas, assim como temos preconceito contra quem não ouve música americana, não fala inglês ou é estudioso (e não malandro, “jogado”), temos preconceito contra esses filmes.

É comum ouvir que cinema brasileiro não presta, que só tem mulher pelada e nordestino. Por que isso? Por que nós, brasileiros, não valorizamos a nossa cultura? Por que não vamos ao cinema para ver nossos valores, nosso cotidiano, nosso país retratado?

Hoje, fui ao cinema para assistir “Antes que o mundo acabe”, que é brasileiro. Peguei uma fila gigantesca para comprar as entradas. Na sessão, só tinha umas 15 pessoas. Todos foram ver “Alice”.

Odeio usar o imperativo, mas gente: Temos que valorizar o cinema nacional. Eu sei que por vários anos tudo o que se via era mulher pelada e nordestino, mas de alguns anos para cá nosso cinema tem produzido ótimos filmes. Filmes cultos, mas com linguagem simples, que retratam desde o mais pobre sertanejo até o mais rico empresário. Somos nós, retratados. São filmes que nos levam a reflexão. Que nos emocionam, que nos alegram, que nos fazem rir até doer a barriga. Por isso, gente, assistam mais. Deixem pra lá esse preconceito de achar que todo filme brasileiro é chato e ruim. Valorizem nossa cultura.

Ou, se preferirem, vão assistir “Alice”. É bonitinho, né? Ainda mais com esses efeitos tridimensionais. Uau!

sábado, maio 9

Venha conhecer nossa cidade.


Nossa cidade é algo fascinante. Os mistérios que se encobrem pela cortina de fumaça. As vielas, avenidas, o vai-e-vem de carros e gente. Gente. E quanta gente. Temos quarentonas solteiras passeando com seus cachorrinhos recém saídos do banho-e-tosa. Temos senhoras peruas sumindo por entre as janelas de seus carros importados. Temos jovens, muitos e muitos jovens. Jovens ricos, jovens pobres, jovens de classe média. Temos jovens ignorantes, jovens fúteis, jovens interessantes, jovens alternativos, jovens inovadores, jovens criativos, alguns que unem todas essas características. Temos trabalhadores correndo por entre as ruas. Limpando nossas ruas. Às vezes somos um deles. Temos cobradores simpáticos nos nossos ônibus.Temos empresários om seus ternos e seus pagers nervosos falando coisas estranhas aos leigos que os ouvem nas ruas. Temos empresários correndo em nossas pistas nos fins de semana. Nossas pistas são engraçadas, as pessoas só sabem da existência delas quando se vêem gordas e sedentárias naquela quarta-feira à noite, se olhando na frente do espelho após o banho. Então as pessoas vem às nossas pistas, elas correm. Aliás, correr é o que mais se faz por aqui. Correndo, correndo, assim passam nossos dias, nossas vidas, nossa cidade. Nossa cidade é algo fascinante. E olha que eu ainda nem falei dos que não correm, os que não querem correr, e os que não podem correr no nosso rítmo.

A arte (ou nem tão arte assim) da Crítica.

Olá caros não-leitores,
Sei que não escrevo aqui há um bom tempo, mas é que me faltam idéias como irão notar nos parágrafos seguintes e estive um pouco ocupado com a mudança de cidade/colégio/amigos/casa/família. Só faltou mudar o sexo, mas isso não está nos meus planos.
Enfim, sem mais delongas, vamos às milongas, digo, ao texto.
Algumas pessoas escrevem em blogs, jornais, revistas dentre outros criticando a tudo e a todos. Mas qual a graça em criticar, em falar mal do que outras pessoas estão fazendo ou do que você mesmo está fazendo? Eu lhes pergunto. E como todo bom crítico, não sei a resposta. Alguns criticam numa tentativa de alterar o alvo de suas críticas para o modo que mais lhe agrade. Outros criticam apenas por desocupação, por interesse em falar mal dos outros. Rebeliões surgem de críticas, guerras surgem de críticas, ignorância vêm à tona quando se usa a crítica.
Críticos são a base da mudança, ou alguns deles. Talvez devessemos criticar menos e agir mais, talvez não devessemos criticar. Talvez não devessemos agir. Mas ninguém pode nos dizer o que fazer. E quem o faz, provavelmente irá ser alvo de nossas criticas. Critiquem. Começem treinando seus poderes críticos criticando meu texto, que eu, como crítico, odiei. E tenho dito.

terça-feira, março 31

Soneto romântico-metafórico da simples coisa

Tu és, ó minha amada,
Meu exagero [de romantismo]
E entre nós há um abismo
Coberto em tua mão gelada.

Teus braços são galhos tristes
[Da árvore que o outono castiga]
Foges ao vento antes que eu consiga
Fazer-te parte de tudo o que existe.

Tua face é tão lisinha!
Que quanto te olhas no espelho
Divide o azul [do mar vermelho]
Faz de águia a andorinha.

Teus cabelos picotados
Demonstram em si a rebeldia
[E exalam uma alegria]
Tão estranha aos mal-amados.

Por fim então, ó minha amada,
Só uma simples coisa te peço,
Que não termines tu onde começo
E sigamos [juntos] a tortuosa estrada,

Ao amor, e não ao sucesso.



neoqeav

Quase racionais.

Olá caros não-leitores.
Já faz algum tempo que não leh escrevo nada mas é porque não tenho tido ânimo algum para coisa alguma, mas vamos ao que interessa, ou ao que não interessa, que seja, o texto.
Nós humanos nos consideramos racionais, pois sabemos nos reconhecer em frente ao espelho, temos polegares opostos, criamos materiais, com esses materias criamos ferramentas, com essas ferramentas criamos outros materiais, com essas ferramentas e materias criamos casas, prédios, cidades, e assim por diante. Também desenvolvemos ciências, na matemática descubrimos como calcular tudo a nossa volta, como transformar tudo o que conhecemos em números, sabemos o quanto mede, o quando pesa, o quão denso é, o quão largo é, ou quão tudo é, sabemos também milhares de algarismos inimagináveis por qualquer outro ser que habite nosso pequeno planeta. Nas ciências biológicas, catalogamos milhões de espécies, conhecemos nosso corpo em todos os ângulos e funções possíveis, e assim por diante. Na química, sabemos a fórmula de tudo o que nos cerca, a quantidade de matéria, o tipo de matéria, a substância, a densidade, o estado físico. Enfim, somos mesmo muito inteligentes, ou, como adoramos dizer, racionais!
Porém, somos tão, mas tão racionais, que matamos uns aos outros por pedaços de papel, dos quais sabemos a fórmula, o tamanho, a densidade, a matéria, temos a ferramenta pra produzi-los, e mesmo assim matamos milhares de nós mesmos, e de outras espécies que tanto catalogamos. Esses pedaços de papel se chamam dinheiro. E pelo dinheiro, nós estamos acabando com tudo o que estudamos. Estamos acabando com a camada de ozônio e suas moléculas, mols, matérias; acabando com as árvores, e suas espécies, filos, classes, famílias. Estamos acabando com os rios, e suas densidades, composições, comprimentos, nixos. Estamos acabando com o ar, e seus gases, líquidos, elementos. Estamos acabando com os animais, seus reinos, suas células, seus genes. Estamos acabando com o planeta, e tudo o que está dentro dele. Nossas ciências, nossas filosofias, nossas religiões, nossos Deuses, nossa literatura, nossa gramática, nossas sociedades, nossas civilações, nossa política, nossa economia, nossas cidades, nossas matérias, nossas ferramentas, nossa matéria para fazer ferramentas, nossas ferramentas para fazer cidades, nossas cidades para vivermos dentro, para gerarmos industrias, com o intuito de gerar com o motivo de estarmos acabando com tudo isso. Estamos acabando com o dinheiro.
Cruj Cruj Cruj, Tchau.

terça-feira, fevereiro 17

Soneto do amor à prazo















Dar-te-ei, meu amor
Tudo que lhe tenho dito
Mas paciente seja, por favor
Pois nem eu mesmo acredito.

Dar-te-ei, meu amor
Tudo o que há de mais lindo
Calarei teu frio com meu calor
Mas espera que já venho vindo

Dar-te-ei, meu amor
Petúnias, Violetas, Rosas
Ou qualquer outra flor
Acompanhada de versos e prosas

Dar-te-ei, meu amor
Memso que não à vista
Mas prometo, com clamor
Que dar-te-ei, quando vencer a preguiça.

Por Yuri Vandresen Pinto. No caso, eu.

segunda-feira, fevereiro 16

A pipa do vovô não sobe mais.





E não é só a pipa.

Olá caros não-leitores. Começarei esta postagem com uma expressão que vem sendo utilizada muito frequentemente ultimamente (Rimas ocasionais acontecem :D). "Em tempos de" Carnaval, escrever-lhes-ei sobre tal evento típico do neo-folclore brasileiro.
Sabe, há alguns anos atrás eu não entendia como tinham certas pessoas (velhos ranzinzas, para ser mais exato) que não gostavam de carnaval. Carnaval é uma festa bonita, cheia de cores, bem cultural, com as marchinhas bem-humoradas e criativas de sempre. Porque não gostar dessa folia gostosa onde todos são iguais e alegres por três dias completos?
Eu não entendia, mas de tempos pra cá passei a entender melhor. Não porque minha concepção mudou, mas porque o carnaval vem mudando. O pessoal das antigas (velhos ranzinzas) estava acostumado aos carnavais de salão, ou de avenida onde tocavam-se marchinhas com músicos ao vivo e todos fantasiados. Hoje em dia tudo mudou, meus caros. Se nesses dias de carnaval que tão próximos estão vocês forem à alguma lugar vão ver como é o carnaval de hoje em dia. Mas irei adiantar-lhes o que conheço sobre tal evento.
Mulheres semi-nuas em carros alegóricos já existem há tempos. Mas a música carnavalesca vem mudando. Hoje em dia o que se ouve é só um bate-estaca ou funk com letras pornográficas e pessoas dançando sem fantasia alguma e bebendo exageradamente, depois vão à estrada e se estrepam no asfalto. As marchinhas estão quase extintas, só alguns clubes mais tradicionais as tocam, e os desfiles quase sempre são severamente ignorados e trocados por shows de bandas de forró e entre outros 'pelegations'. Ainda há resquiçios de filiões que ajudam a manter viva a tradição das fantasias e do samba no pé, que é um dos maiores símbolos do Brasil, chega até a ser um estereótipo, mas não vêm ao caso.
O que lhes peço é que ouçam as marchinhas, botem aquela fantasia velha de seu pai, aquela com cheiro de naftalina e umas penas coladas com cola quente mesmo, e saiam as ruas atrás dos blocos de rua. Ajudem a fazer velhinhos ranzinzas felizes e a acabar com tal estilo de música tão fútil e incriativo que temos hoje em dia. Preservem a tradição. :)
Cruj Cruj Cruj Tchau.

quinta-feira, fevereiro 5

Um pouco de poesia inútil.






















Às vezes me pego a pensar
Sobre a extinção do amor
Sobre onde foi parar
O tão famoso, tão falado, tão declarado
Digamos assim

Perguntei à um qualquer
Talvez plagiando Sócrates
"O que achas do amor?"
Não ouve respota se quer
Se não uma expressão de singelo horror

E é assim que lhes pergunto
Meus caros que me estão lendo
Porque está sumindo o amor?
Porque estamos o perdendo?

As guerras já foram piores
As moças já foram mais feias
Os homens já foram mais jovens
Mas o amor se perdeu nas teias

Nos românticos como eu
Ou nós, não sei dizer
O encanto se perdeu
De mim não quer saber
De nós, talvez não.

Minhas rimas são simples
Às vezes até simples demais
São pequenos suplentes
Da falta que o amor me faz.

Algo que me faz falta
Lhes falo agora
Algo que já tive aos montes
Mas penso ter jogado fora.

Vindo do amor eterno
O que posso eu esperar
Se não essa falta
De insiparação para cantar?

Passo horas imaginando
O que falar ou escrever sobre
Mas a rima acaba me fugindo
Como uma burguesa esnobe.

Em versos de quatro linhas
Tento aperfeiçoar poesias
Mas nada que se compare
A rima que tu fazias

Não sei escrever sonetos
Nuna tentei um romance
Romance só protagonizo
E sonetos não me vêm ao alcance

Uma vez fui perguntado
"De onde tiras inspiração"
Respondi, não a tenho
Só inspiro respiração

Não tenho culpa
Se um dia alguém me deixou
Ou será que nunca me teve?
Será que algum dia me amou?

Parece-me que as rimas
Me estão voltando aos poucos
Mesmo que bregas como as de cima
E com o mesmo sentido louco

Despeço-me então
Com meu ultimo verso, com quatro linhas
Com minhas rimas bregas que são
Mas bregas, porém minhas.

segunda-feira, fevereiro 2

Asilo Virtual.




















Olá caros não-leitores,
Cá estou escrevendo-lhes mais um texto inútil e não-interessante. (É incrível minha auto-estima)

Enfim, sem mais delongas, vamos às milongas, digo, ao texto. Quero criticar hoje algo que me deixa PDC (quer mesmo saber? :D).
Já passou no Fantástico, no Globo Repórter, e em todos esses outros programas famosos. Não, não é o código de apertar F5 e aparecer o nome da pessoa amada. Escrevo-lhes hoje sobre o aumento significativamente grande de pessoas de idade avançada (bras.: véiu) que utilizam o computador para acessar redes de relacionamentos. Até aí tudo bem, pessoas de todas as faixas etárias fazem isso, mas como sempre há um mas, eis a questão: Um adolescênte costuma ficar em média de 2 à 5 horas em frente ao computador conversando com os amigos e mandando recados. Um adulto fica em média de 1 à 3 horas dedicando seu tempo aos relacionamentos. Mas como a vida é uma caixinha de surpresas e não uma regra de três inversamente proporcional, com os idosos é diferente.
Como já disse acima, eles não seguem a lógica da relação Idade x Tempo de Conexão. A esmagadora maioria de pessoas de idade avançada que utilizam-se das tais redes de relacionamento (tratadas por alguns, como minha vó, por 'iorgut', 'sonico', 'agá 5', 'baduu', entre outros) fica várias horas em frente à maquininha, mandando poesias, figuras e até fazendo montagens, colocando seus rostos em moças jovens ou galãs de novela, como ajuda de sites genéricos desses que agente encontra em spams do canto direito. O efeito colateral de tal vício é que o idoso fica alienado à internet. O assunto diário passa de fofocas dos vizinhos para comentários sobre internet, 'iorgut' e amigos virtuais. Já flagrei minha vó conversando sozinha várias vezes, e rindo do que os amigos virtuais do Asilo Iorgut dizem. Ou tentam dizer pois os erros de gramática e o caps lock tomam conta.
Isso tem que ter fim! A maioria dos aposentados está se encaminhando a esse caminho (Alerta de Pleonasmo!). Isso faz mal à saúde e ao coração (em ambos os sentidos). Não quero que parem, quero que reduzam e usem consciêntemente e em menor quantidade. Dediquem-se às artes, à música, à família, que seja, arranjem algo para fazer ou acabaram escrevendo coisas inúteis em um blog!

DEIXOLHE UM FORTE ABRASSO MEUS CAROS AMIGO VIRTUAL DE ALGUEM QUE AMA VOCEIS MUITO
BEIJOS NO SEUS CORAÇAOS
NINGUEM


Passar bem.

Eu odeio gente chique, mas uso sapato.


Caros não-leitores,

Como dizem aqueles comunicados que os alunos não entregam aos pais: Venho por meio desta postagem fazer uma séria crítica. Ou nem tão séria assim.

Enfim, quero criticar aquelas pessoas que se acham rebeldes e criticam o sistema.

Com o perdão da palavra, mas vá lá. Porra, se quer se revoltar com o sistema vira índio. Isso é hipocrisia falar da rede globo, dos Estados Unidos e amar o Fidel e depois comer Big Mac assistindo o vídeo show com um boné escrito 'I LOVE NY".

Não que eu ache certo a manipulação que as emissoras de tevê aplicam na população, mas isso não é motivo pra ser hipócrita e querer parecer anarquista. Um verdadeiro anarquista não precisa declarar sua raiva contra o sistema, precisa demonstrar isso nos atos.

Então não adianta sair por aí falando que não assiste novela e achar todo o povo ignorante. Porque o povo em maioria é ignorante sim, mas não todo, e o mais ignorante é aquele que não admite o fato.

Passar bem.

segunda-feira, janeiro 26

Vamos dar tempo ao tempo.

Como costuma-se dizer ao aconselhar amantes de novelas à là Globê, quando não se acha solução possível, o que se tem de fazer é dar tempo ao tempo.
Isso pode parecer um ato canibal de substantivos abstratos, mas não vêm ao caso.
Caros não-leitores,
Decidi seguir o conselho com o qual iniciei questo texto, e aqui estou eu mais uma vez. Se eu fosse um leitor me perguntaria, grosseiramente como de costume "Ué, não tinha dito que não ia mais postar e que ia tirar o blog do ar". Sim, meu caro outro eu grosseiro, eu disse. Mas como disse nas linhas acima eu dei tempo ao tempo. Um mês e quatro dias, pra ser mais exato. Se querem um motivo concreto: Mamãe foi pra Porto de Galinhas e deiou-me em casa, portanto repluguei meu computador e hoje escrevo-lhes novamente para os que me lêem e os que não me lêem. Sendo que o segundo grupo é extremamente maior, mas não vêm ao caso.
Vou procurar escrever aqui sempre que puder, mesmo que os assuntos forem pouco e sem graça, já que sou eu quem os lê somente, não há problema algum.
Isso é tudo pessoal,
Cruj Cruj Cruj, Tchau.




Até breve.

terça-feira, dezembro 23

Vou-me embora para Pasárgada. Ou qualquer outro local, Persa ou não.


Olá caros leitores que não me estão lendo. Sim, achei uma nova definição para não-leitores. Mas é a primeira que única vez que vou utilizar-me de tal adjetivo.

Digo primeira e única pois não creio que escreverei-lhes mais neste blog. Nem em outros. Motivo? Mamãe me ama muito e quer que eu dedique tempo integral ào nosso amor. Então passarei agora meus dias cortando grama, juntando folhas, cuidando do jardim, da louça, e nas horas de lazer vou assistir mais à novelas, telejornais e aos fins de semana vou ao shopping olhar coisas que não posso comprar e vou ir a missa aos domingos. Sim, sim. Já que lhes escrevo atualmente do notebook de mamãe pois meu computador encontra-se dentro do roupeiro e como decidi mudar de vida tenho de vendê-lo o mais cedo possível.

Então, caros leitores, não esperem que eu lhes escreva muito em breve, pois vou assassinar o resquício de criatividade e crítica que ainda me resta. Posso voltar aqui alguns dias, algumas semanas, alguns meses. Mas se chegar à este último poder deletar meu blog de seus favoritos, se é que ele está lá.

Muti brevemente estarei comemorando o nascimento de Jesus, e dois dias após, o meu. Então me desejem felicidades, e deixo aqui minha despedida enquanto procuro uma imagem para postar como acompante desta postagem.

Cruj Cruj Cruj Tchau.

quinta-feira, dezembro 18

Pseudocultura Vigoréxica


Olá senhores não-leitores.
Dia desses falei que estava lendo um folheto do "Natal Luz" e deu-me uma vontade de críticar a cultura da sociedade atual. Bem, além de render-me um belo post nonsense e nada inspirado, render-me-á um pouco de crítica publicável neste post que escrevo-lhes agora.
Bem, o caso é que, estava eu lendo o tal folheto e dei-me conta de tamanha decadência na programação cultural vem minha região sofrendo. Passando meus olhos pelo bonitinho folheto fui lendo a programação. Chegada do Papai Noel, missa de não sei o que, show de não sei quem...
Chegada do Papai Noel? Sim, claro, vamos ver o bom velhinho gastar o nosso dinheiro dos impostos descendo do helicóptero e subindo os gastos com presentes para celebrar o aniversário de um árabe baixinho e cabeludo. Falando nisso, sempre pensei que se Jesus existe ele deve estar "puto dos cornos" com os católicos. Ponhamse no lugar do cristão: Todo ano, no dia do seu aniversário (ou seja lá o que for que comemoram) as pessoas enchem as lojas para comprar milhares, milhões, bilhões de presentes. Ótimo! Magnífico! Você é a pessoa mais importante do globo terrestre! Mas veja bem, ao fim do dia, elas dão os presentes umas às outras. Como é?
Voltando ao assunto, após gastar o salário dos 8 meses de trabalho árduo (ou não), é uma alegria só, todos celebram a vida de cristo nosso rei. Temos feriado, dia de folga, ganhamos um monte de presente supostamente vindos do velho obeso mórbido e barbudo com as cores da coca-cola que desce pela nossa churrasqueira.
Pois bem, após celebrarmos várias missas en honra ao todo poderoso, vamos ao centro da cidade, pedir presentes ao papai noel, passear no trem dos escoteiros e assistir à shows de bandas que tocam os mais novos sucessos populares pseudoculturais com letras maliciosas e/ou pornográficas. Em geral é assim que comemoramos o natal. Fim de ano não é nada muito ignorante, por isso ovu deixar com vocês a opinião sobre tal evento.
Diante de tais eventos que acontecem todo ano e ao som de umas músicas emogélicas na Assembléia de Deus aqui ao lado, só me vêm à cabeça um pensamento:
Estamos voltando ao tempo em que a massa muscular é mais potente que a massa cinzenta.

Passar bem.
Cruj Cruj Cruj Tchau.

P.S.: Nenhum panfleto de natal foi ferido durante a produção deste post.

domingo, dezembro 14

Superman versus Hiperlink



Olá queridos (melhor que caros, que aliás não concorda semânticamente já que nem pagando vocês leriam isso) não-leitores do meu blog não-útil e não-popular.
Ao longo do tempo certos eletrodomésticos, eletroeletrônicos e outros eletro's foram mudando radicalmente o modo de vida das gerações que presenciaram a ascenção dos mesmos. Seu bisavô jogava bola-de-gude quando tinha tempo de folga depois de trabalhar na lavoura, seu avô jogava peão ouvindo o rádio, seu pai brincava de playmobil e via tevê quando podia, e você?
Neste início de século estamos numa das transições que eu citei acima. Eu não sabia mexer no computador aos 8 anos de idade, passava as horas vagas jogando futebol ou vendo Tom e Jerry na tevê.
Hoje em dia quando vou quinzenalmente visitar meu pai aos fins de semanas me deparo com a seguinte situação: Meu pai assistindo tevê e meu irmão de 4 anos me pedindo pra assistí-lo jogando GTA, ou The Sims 2, e de vez em quando dar uma olhada no seu orkut, chegar seu buddy poke.

Onde estão os heróis os quais minha geração tanto aclamou ao assistir seus épicos filmes, cartoons, ou até jogos no então emergente PlayStation 1? Onde estará a diversão que tinham nossos pais e avós em brinquedos materiais, e muitas vezes simples, não apenas digitais como se vê hoje em dia? Quem será que está errado, os antigos que defendem as fontes de lazer educativo e saudável ou as novas gerações que defendem a globalização e o avanço tecnológico nos brinquedos infanto-juvenis?

Outra questão é a terceira idade nas redes de relacionamento, mas isso eu vou tratar eu um outro texto, num futuro próximo (talvez futuro do pretérito, se não lerem aqui) se minha procrastinação permitir. O texto vai chamar-se algo como "Terceira geração e a terceira idade", ou não?

domingo, dezembro 7

Criticativo do Presente Imperfeito.


Olá caros não-leitores.
Hoje estava eu lendo a programação cultural do "Natal Verão" quando me veio à cabeça aquela idéia chata de escrever aqui no blog criticando. Adoro fazer isso, as pessoas às vezes me perguntam porque eu faço isso, por eu sou tão desagradável. Bem agradáveis elas, mas vamos em frente. Eu faço isso, eu critico, eu falo mal, não porque sou um socialista revoltado ou um desempregado que passa fome. Mas porque eu não simplismente me contento com a situação atual e sigo minha pacata vida deixando passar tudo. Eu busco à fundo os podres da humanidade/sociedade. Eu sei que os textos geralmente ficam uma merda, mas é isso que é a sociedade em que vivemos, nossos hábitos, é tudo um grande monte de bosta verde e fedida. Parece engraçado, parece nojento, mas é a verdade.
Não falo que tudo é imperfeito, não. Temos coisas ótimas no nosso comportamento e na nossa sociedade. Mais exatamente, temos resquícios de coisas boas. Mas, nada é perfeito, e nada é completamente certo assim como nada é completamente errado. Como diria Paulo Coelho: "até um relógio parado acerta duas vezes ao dia".

Afinal, ninguém é perfeito.
Prazer, Sr. Ninguém.


p.s.: Estive pensando (Steve Wonder) em mudar o endereço do blog para algo menos inútil e mais legal, o que acham? Vou pensar em alguma coisa e faço uma enquete.
Comentem aqui.

segunda-feira, dezembro 1

Sobre Donatellos, Donatellas, Floras e Faunas.


Olá caros não-leitores. Agora mais que nunca esse adjetivo esta sendo corretamete utilizado visto que ninguém mais aparece por aqui há tempos. Daqui a pouco meu blog vai parar na lista de blogs em extinção, seja lá como se escreve isso.
Estou eu atualmente na minha última (e tediosa) semana de aula. Calor infernal, sala lotada, resultados finais. Ô beleza, agora é só esperar dia 18 pra fazer a recuperação e sair do colégio de uma vez por todas.
Bem, sem mais delongas, vamos às milongas, digo, ao assunto. Diante de tal tédio que me traz esta semana, encontrei-me hoje vendo novela. Poisé, eu, vendo novela. Novela é uma coisa meio estranha. Novela é o resultado da idéia de um diretor gordinho e barbudo fanático por religião e que tem sonhos eróticos. Juntando todas suas idéias o diretor gordinho e barbudo coloca-as no papel e manda para uma empresa que faz seus sonhos eróticos virarem realidades. Nunca soube de onde a tal empresa tira dinheiro e porque diabos ela constrói casas falsas e sem teto pra depois destruir tudo, mas isso não vem ao caso.
Geralmente é assim. Temos uma moça muito inocente que mora com seus pais e tem duas irmãs, uma santa e outra do mal. Certo dia a tal moça vai dar uma volta na praça e esbarra com um jovem simpático e de topete extremamente ajeitado, que inutilmente tenta se comunicar com a moça, mas eles apenas permanecem imóveis, se entreolhando, e ambos balbuciam algumas palavras ininteligíveis e vão para suas casas onde passam a noite inquietos pensando no seu amor inocentemente.
Os dois se encontram mais e mais vezes até que acabam se beijando e ficam juntos vivendo momentos utópicos e românticos com falas decoradíssimas e de amor mui profundo. Eis que surge um vilão invejoso que quer a todo custo acabar com a relação dos dois.
O tal vilão faz de tudo para separá-los. Bola planos superinteligentes que dão supercerto e ele acaba ganhando. Porém num último gesto, no ápice do auto-sacrifício para o bem do amor divino. O mocinho toma coragem e acaba com o violão, digo, vilão, e manda-o para as profundezas do inferno.

Eu não vejo graça nisso, é tão igual, é tudo igual, é sempre igual. Sempre torci para os violões, digo, vilões. São eles quem usam a lógica para atingirem objetivos inatingíveis. Mas são sempre culpados.
Na vida não há vilões nem mocinhos. Na vida somos todos vilões, somos todos mocinhs e mocinhas. Não há tal maldade presente nos sonhos eróticos dos gordinhos barbudos, assim como não há tal inocência.
Se algum dia vocês virem alguém tão santo quando a Aspirante à Tartaruga Ninja (Donatella), ou tão mal quanto a Couve-Flora. Aí sim vocês podem me chingar e me acusar de rejeitar a sublime existência do amor verdadeiro.
Eu acredito no amor pois amo. Mas esses gordinhos barbudos não me enganam. Enganam?
Cruj Cruj Cruj Tchau.

E não esqueçam de assistir às desventuras em série de Donatela, a solfredora.
"Você quis dizer: Donatello "

domingo, novembro 23

Linden...alguma coisa.


Olá caros não-leitores (de volta a esse posto, já que não deram mais sinal de vida nem de reclamação). Escrevo-lhes hoje neste domingo chuvoso da Ilha de Santa Catarina, onde me encontro atualmente, como posso dizer, alagado.

Poisé, alagados Trenchtown, favela da maré. Essa quase uma semana de chuva remeteu à essa triste condição atual.

Uma coisa que me passou pela cabeça quando, ao tentar voltar pra casa pela BR-101 e ser imterrompido por deslizamentos na estrada, foi uma comparação pitorescaque supera os limites da lógica Aristotélica. Parece deveras nonsense mas esse ocorrido foi como o caso do Lindenberg, ou seja lá qual for o nome da criatura. Vamos aos fatos: Linden, o grande vilão, é a chuva, o mar, os rios, e todo o resto que é feito de água; As duas menias seriam a terra e a ilha.

As pretipitações pluviométricas (bras.: chuvarada), enfurecidas com os constantes danos que os habitantes da terra e da ilha causam à sua pele, atmosfera, decide vingar-se, seqüestrando-lhe parte de seus litoral. A ilha, apesar de num primeiro momento ter sido seqüestra juntamente com a terra, consegue libertar-se, sofrendo pequenos danos. Porém a terra, a principal fonte de sentimento vingativo de dona água, sofreu danos irreversíveis. E esses danos que me remeteram a escrever esse texto inútil, vamos à parte crítica.

Ambos os casos, tanto o seqüestro (eu sei, eu sei, mas eu acho a trema tão bonitinha *-*) quanto a minha comparação nonsense trouxeram à tona o despreparo dos órgãos públicos. O seqüestro, mostrou o despreparo da polícia em relação à casos complexos como esse. E o desastre natural, o despreparo da defesa civíl (tiopês: dfeëza ssiviü) quando se trata se problemas sérios, e não falta de luz ou uma poça d'água de 30cm.

Sem mais delongas, o caso é que, no sequestro, o despreparo teve como consequencia a morte da adolescente (tudo bem que ela era envolvida nos 'negócios' do Linden, mas não é para tanto), e no desastre, as consequencias foram a mote de mais de 11 pessoas, a interrupção de várias rodovías, e a mais caótica delas: A produção deste texto.




Cruj Cruj Cruj Tchau.

terça-feira, novembro 18

Inutilidade agora também em forma de música.

Como prometido, aí está, caros não-leitores, o link para download de minha música.
Com gravação de Lony Rosa e Lise, a música denominada "Teu Sorriso" foi composta por mim em 2005.
http://rapidshare.com/files/165426887/Teu_Sorriso_comp_Yuri_V_P_int_Lony_Rosa__e_Eliza.mp3.html

Divirtam-se.

Edit: Tem também um vídeo pra quem não quiser baixá-la:

segunda-feira, novembro 17

A que ponto chegamos?





















Teve um déjà vu ao ler a frase-título?
Poisé, essa frase é deveras conhecida pelo fato de ser utilizada quase sempre que alguém vê-se na obrigação de fazer um texto crítico de qualquer natureza. Geralmente utilizada para expressar descontentamento com o estado social do meio onde se vive, é uma frase mais comum que os bordões zorra totalísticos. Falando neles, vamos ao próximo parágrafo.
Então, meu caros não-leitores do meu blog não-útil e não-visitado, vou demonstrar meu descontentamento também, de modo que eu possa usar a famosa frase-título.
Dia desses foi-me requisitada uma redação tendo como tema "Os valores morais na sociedade atual", ou algo no gênero. Depois de muito tempo pensando, não me veio à cabeça nenhuma idéia de valor moral. Não que eu não os tenha, mas nunca havia antes pensado sobre o que são e qual seu estado nas nossas vidas atualmente.
Em consulta ao pai dos burros (foi um Circulinho duodecaênio) tive a definição de valor como qualidade; importância e de moral como relativo aos princípios do bem e do mal. Bem e mal? O que seria bem e mal? Pensei com meus borbotões (no melhor estilo Saltimbancos). Será mesmo que os conceitos que temos de o que faz bem e o que faz mal são mesmo verdadeiros? E será que há algum verdadeiro? São muitas perguntas, que deixo em aberto para que suas cabeças ocupem-se com pensamentos úteis ao invés de lerem textos de ninguém, que por sinal sou eu.
Mas bem, acabei não fazendo a redação pois tinha um limíte de 25 linhas e eu não faço a mínima idéia de como escrever o que penso nesse limite. Como diria aquela expressão engraçada de propaganda de Elma Chips, eu viajo muito na batatinha.
Voltando aos valores morais, volte ao resto da frase-tema. "Na sociedade atual". Quais seriam as tais qualidades relativas aos princípios de bem e mal na nossa sociedade? Pois lhes-digo, caros não-leitores, que na minha opinião, não há valores morais públicos. Temos apenas valores morais pessoais ou no máximo familiares, das poucas famílias tradicionais que nos restam com a maldita concentração populacional urbana.
Hoje em dia cara um pensa de um jeito, cada um valoriza o que acha certo e reprime o que acha errado. Não que isso não seja bom, aliás é ótimo ter essa liberdade. Porém nem sempre essa liberdade é boa. Como diria Sara: "Não confunda liberdade com libertinagem, liberdade é andar por entre as leis.", se é que me recordo bem.
O que acontece então é que estamos, alguns de nós, confundindo os dois termos. Estamos desgraçando o resquício de controle moral e respeito que nos resta, dando espaço à violência e à corrupção.
Por outro lado temos os conservadores que desprezam qualquer tipo de liberdade, confundindo-a com libertinagem. E sabe como os tais conservadores demonstram sua aflição e desgosto diante das idéias de liberdade (e não as libertinas)? Eles desprezam os livres e escrevem textos críticos geralmente utilizando-se, para expressar seu descontentamento para com a sociedade atual, de uma frase bem conhecida.

A QUE PONTO CHEGAMOS?

Procrastino e Proscretino.


Olá caros-(talvez)não leitores. Como ainda não arranjei a tal lista de adjetivos melhores vou continuar chamando-lhes assim. Tomem isso como um bordão (palavra engraçada) característico desse blog não-útil que sua pessoa se encontra lendo, ou não. Enfim, tomem esses bordões como aqueles bordões de Zorra Total, que apesar da palavra ser engraçada, não tem graça nenhuma e são só um ciclo vicioso (Circulo vicioso, segundo a Sarah).
Após este pequeno desvio de foco (bras.: viagem na batatinha), focar-me-ei em informar-lhes o que tenho em mente, ou seja, nada.
Estava pensando há pouco sobre o que falar depois dessa semana longe de meu blog, devido à maldita procrastinação. Procrastinação, palavrinha chata que me veio à cabeça novamente. Como já lhes-foi citada em dois outros psots mais antigos, vocês já devem ter lido tal palavra (ou não, seguindo à risca o meu bordão zorratotalesco).
Procrastinar é, segundo o pai dos burros (vulgo dicionário) ato ou ação de 1. Adiar 2. Usar de delongas em algum negócio. Compreenderam? Creio que sim, mas vou simplificar as coisas que papai dificultou.
Procrastinar é deixar para depois o que se tem de fazer agora. O procrastinador sabe que tem tarefas, compromissos, ou algo do gênero a ser cumprido, porém perde o foco e acaba deixando tudo, TUDO, para a última hora. Procrastinar significa fazer depois ou deixar para depois. Não é o mesmo que preguiça. Preguiça é aversão ao trabalho (ou mamífero desdentado, segundo o Luft), é não querer fazer a obrigação. Procrastinar é, diga-se de passagem, querer, porém deixá-la para mais tarde.
Em tempos de internet, a procrastinação tomou proporções faraônicas. Quem em sã consciência mental preferiria fazer algo tedioso à conectar-se com um mundo de informação e diversão que está ao seu alcançe? Alguns workaholics talvez, mas não eu.
Enfim, sem mais delongas, para evitar a procrastinação, encontre algum fator divertido no que se tem de fazer, e não fique pensando que deveria estar fazendo, faça.
Por hoje é tudo pessoal.
Ou talvez não, não sei, é tão legal escrever aqui e não ter de ler o jornal de geografia, não sei, acho que escrevo mais alguma coisa.
D:

"A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda."
Mário Quintana